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2008
"O coleccionador como flâneur"
Mário Teixeira da Silva
"O coleccionador como flâneur"

26 de Novembro de 2008

“Coleccionar é para alguns escolher uma série de objectos tal como o preenchimento de uma caderneta de cromos e tentar completar todos os números dessa série.
Para outros é uma súmula de encontros e desencontros, de actos amorosos, que ficam gravados na memória do coleccionador e vão ocupando o lugar onde habita.
Para uns, uma colecção é uma vitrine, para outros é um armário fechado, que é aberto para só alguns. Amateur será talvez a melhor denominação para a minha forma de estar e actuar. “ Mário Teixeira da Silva

Mário Teixeira da Silva, formado em Engenharia Química no Porto, interessa-se desde muito cedo pela arte: pelos seus objectos, pela sua procura em viagens e pela sua investigação. Esse interesse leva-o a estudar História de Arte e Museologia em Londres e em Boston. Em 1975 abre, no Porto, a Módulo – Centro Difusor de Arte, a que se segue, em 1979, a galeria de Lisboa. A par da sua actividade de galerista, desenvolve, desde essa década, a de coleccionista, privilegiando em ambas um grande interesse pela fotografia, apesar da aquisição e exposição de trabalhos em vários outros suportes.
"Acontecimento e Tempo"
Sérgio Taborda
"Acontecimento e Tempo"

20 de Maio de 2008

Intervalo entre imagens num filme e intervalo físico no espaço da vídeo-instalação; um intervalo entre imagens que é de uma outra natureza daquele que o cinema produz. A natureza física de um intervalo entre imagens em Der Sandmann (1995) de Stan Douglas e em L’Ellipse (1998) de Pierre Huyghe e o campo por ele aberto na experiência física do espectador. A duração de um encontro entre dois personagens num lugar preciso de uma cidade sujeito a uma elipse no filme, 0 Amigo Americano de Wim Wenders, e a duração deste encontro reapresentado em vídeo por Pierre Huyghe em L’Ellipse são o nosso acontecimento.

Sérgio Taborda (1958) vive e trabalha em Lisboa.
Após ter concluído o curso de Escultura do AR.CO  e frequentado o curso de Cinema do Conservatório de Lisboa, licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa.  Realizou um Mestrado em Ciências da Comunicação com uma tese sobre Percepção e Presença. O Corpo na Escultura, no Cinema e nas Bio-tecnologias
Prepara actualmente uma tese de Doutoramento no departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Nova de Lisboa, intitulada Acontecimento e Tempo. Sobre o Trabalho da Percepção em Práticas da Instalação e do Cinema.
Lecciona disciplinas de Projecto e Desenho na ESAD em Caldas da Rainha.
Expõe individualmente desde 1985, concentrando-se a partir de 1992 em instalações para espaços específicos conjuntamente com o músico/compositor Luís Bragança Gil. A partir de 2002 tem apresentado individualmente trabalhos em vídeo projectados em salas de cinema, que incorporam o tempo e a duração irreversíveis de um acontecimento – Imagem-tempo, A Cabina do Panoramista e Scanning.

"A Captura do Espectador"
Pedro Cabral Santo
"A Captura do Espectador"

18 de Março de 2008

Nos últimos 30 anos, a denominada vídeo arte tornou-se uma prática comum e constante no domínio das artes plásticas. É por isso inquestionável que, ao pensarmos a diversidade que habita o território plástico da actualidade, nos deparemos com a imensidão e proliferação de linguagens que cruzam o interior deste campo, que se traduzem num significativo conjunto de categorias e sub categorias a ele associadas. Deste modo, as imagens em movimento, desde o seu aparecimento ao actual contexto, constituem-se como parte significativa das pesquisas que se vão efectuando no panorama artístico em geral e, em particular, nas artes plásticas e tendo a figura do espectador em pano de fundo. Assim, o cinema e as artes plásticas, ou melhor, o filme e o vídeo são o foco da atenção, neste particular, apesar de se constituírem como realidades distintas.

Pedro Cabral Santo nasceu em 1968. Vive e trabalha em Lisboa.
Estudou Pintura e Escultura nas Faculdades de Belas-Artes de Lisboa e Porto. Especializou-se em Artes Plásticas na Faculdade de Belas-artes de Lisboa. Concluiu o Mestrado em Artes Plásticas com a dissertação “Do Virtual ao Desejo de Espectador” pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. É, actualmente, assistente na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.
Nos últimos 10 anos tem desenvolvido em paralelo a actividade de artista plástico e comissariado de exposições.

"ARTECAPITAL no universo das publicações online"
Sandra Vieira Jurgëns
"ARTECAPITAL no universo das publicações online"

22 de Janeiro de 2008

A existência e consolidação deste site português especializado em arte contemporânea serve de pretexto para abordarmos o espaço editorial dedicado à arte nos vários meios de imprensa, bem como debater o crescente aumento e maior diversidade de opiniões expressas em plataformas online.

Sandra Vieira Jurgëns Historiadora e crítica de arte. É directora da revista online ARTECAPITAL (www.artecapital.net). Publicou ensaios sobre artistas portugueses e inúmeros textos sobre arte contemporânea em livros e catálogos e, actualmente é editora de arte contemporânea da revista Artes & Leilões e colaboradora da ARQ./A Revista de Arquitectura e Arte. É membro fundador da Plano 21. Associação Cultural e consultora de várias iniciativas editoriais e de projectos de comissariado de exposições.

Arte Ilimitada Lda. - Escola de Artes Visuais